[PT] Por favor me chame de professor 2!

Feliz dias das mães.
E apesar de não ter nada a ver, aqui tem um cap de Por Favor.
Esse cap é um pouco especial. Ele é só um pequeno cap sobre a vida de Seiji e Yuuto como namorados.
Espero que gostem
Aviso: Esse cap contém conteúdo não recomendado para menores

 

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Por Favor 2! – Vida diária 1

— E aí, irmãozinho — disse Yuuka no instante em que Yuuto entrou no apartamento deles. Ela caminhou até ele e o observou de perto. — Porque tá com essa cara de palerma?

— Quê? Não… nada não — respondeu ele com a voz incerta. No instante em que evitou contato visual com a irmã, Yuuto percebeu o erro que cometera. Porcaria… Agora ela com certeza não vai me deixar em paz…

Yuuka abaixou a cabeça para ficar na mesma altura que ele.

— O que você está escondendo de mim, irmãozinho?

— N-Nada… — O rosto dele ficou vermelho enquanto se forçava a olhar nos olhos dela. Era difícil manter qualquer coisa de sua irmã. Eu nunca conseguinem quando a gente era crianças…

— Tudo bem. Se você vai esconder algo de mim, posso muito bem perguntar pro seu namorado. Tenho certeza de que ele sabe de algo — disse Yuuka, tirando o celular do bolso da calça.

— Espera! — Yuuto estendeu a mão para agarrar o aparelho, mas sua irmã ergueu o braço, mantendo o celular longe do alcance dele. Droga! Por que todo mundo ao meu redor é tão alto? — Tudo bem, eu te conto!

— Pode desembuchar tudo, irmãozinho. Tudinho.

Enquanto Yuuto se recuperava, o rosto de Yuuka brilhava de interesse. Suspirando e de rosto ainda mais vermelho, o cosplayer contou a irmã o que o incomodava.

— Quê? — Uma voz surgiu de algum lugar da sala de estar. Um segundo depois, Seika, irmã de Seiji, surgiu detrás do sofá. — Você nunca transou com o Seiji usando cosplay?

Yuuka e Seika trocaram olhares e então se viraram para o professor com grandes sorrisos nos rostos.

— Seika-san… Eu não sabia que você tava aqui — disse Yuuto em voz baixa, as maçãs do rosto em uma tonalidade alarmante de vermelho. Ele enfiou o rosto nas mãos. Droga. Eu devia ter percebido que era alguma tramoia da minha irmã…

— Pois é, cá estou, future cunhadinho. Mas não importa. Não acredito que você, um cosplayer famoso, nunca transou com meu irmãozinho enquanto usava cosplay… — Ela balançou a cabeça, como se estivesse completamente chocada.

— Concordo. Isso não parece certo. Nem um pouco certo — adicionou Yuuka, cruzando os braços e assentindo. — Nossos irmãos não estão fazendo BL do jeito certo.

— É tão triste, especialmente com alguém que sabe tanto quanto você por perto — disse Seika, fechando os olhos.

— Dá pra pararem de falar disso? — Yuuto conseguiu falar, apesar da raiva e vergonha na voz.

— Você nunca tentou, maninho? — perguntou Yuuka, ignorando o professor.

Ele soltou um suspiro pesado e balançou a cabeça.

— Eu não devia ter dito nada…

Yuuka o arrastou até o sofá.

— Tem razão, não devia. Mas agora que temos todas as cartas dadas, não tem como deixarmos você ir. Senta aqui e conta pras irmãs mais velhas tudo — disse sua irmã, dando tapinhas no sofá.

Com o rosto ardendo, o professor aceitou seu destino e sentou entre sua irmã e a de Seiji, sentindo-se humilhado.

— Agora, Yuuto — disse Yuuka com uma voz tranquilizante, como se fosse um médico falando com o paciente. — Por que não fez o coito, ou, como prefere, fez amor com seu jovem e adorável namorado enquanto usava algum cosplay? É porque você não quer?

Yuuto pressionou os lábios. Ele podia sentir a pressão de ambas as mulheres ao seu lado. No instante seguinte, desistiu. Isso está me incomodando muito recentemente, de todo jeito, pensou o professor, antes de falar.

— Eu quero… Eu tentei algumas vezes, mas o Seiji… de algum jeito a gente acabou… fazendo amor antes que eu tivesse a chance de colocar algum cosplay…

Embora eu tenha decidido contar tudo, isso não tira a vergonha de falar desse assunto!

— Você acha que ele está evitando transar contigo enquanto você usa cosplay de propósito?

— Sim…

— Não fique assim, Yuuto. Não deixe essa coisinha desanimar você.

— Sei que é bobagem. Fico feliz de estar com ele… É só que… sei lá…

— Talvez meu irmãozinho não queira ter sexo enquanto você usa cosplay porque não quer que você pense que ele está contigo porque você parece uma garota.

— Eu… pensei nisso — admitiu Yuuto com a voz baixa. — Mas ele sabe que eu jamais pensaria isso. Digo, quando a gente foi pro cemitério, eu disse que devia me vestir de garota, pra deixar as coisas mais fáceis. Mas ele foi contra e se certificou de que eu me vestisse com roupas masculinas. Não tem como eu achar que ele está comigo porque eu pareço uma garota. Sei que ele me ama por quem sou.

Enquanto Yuuto ficava vermelho, as duas trocaram olhares novamente e sorriam em conjunto.

— Então, talvez ele não queira ser promíscuo com a sua arte e fazer você achar que ele não trata cosplay como algo sério — disse Yuuka, colocando o braço em volta do irmão.

— Como assim?

— Tipo, o Seiji sabe que cosplay é mais do que sua forma de se expressar. Faz parte de você. Então pode ser que meu irmãozinho não queira que você ache que ele não trata o cosplay do jeito certo — disse Seika, com expressão de quem diz uma verdade inquestionável.

— Exatamente. Minha discípula tem razão. Então, em vez de cosplay, que tal algum role-play pervertido, maninho? — sugeriu Yuuka, com os olhos brilhando. — Na verdade, acho que tenho a ideia perfeita para você…

Os olhos de Seika também brilhavam.

— Boa ideia, mestra. Eu até tenho algumas coisas preparadas…

Então as mulheres que amavam BL começaram a esboçar ideias para um role-play sexy que Yuuto e Seiji podiam fazer. O professor ficou tão vermelho quanto um tomate e não teve oportunidade de dizer nada. Somente escutou, mas não desgostou de algumas das ideias delas. O Seiji pode gostar disso…

Eu vou fazer mesmo isso… Eu vou fazer mesmo isso, disse Yuuto para si mesmo. Ele respirou fundo e puxou o casaco para se certificar de que ninguém podia ver o que usava por debaixo. Não acredito que estou vestido assim e estou indo pro apartamento do Seiji agora…

Com o coração batendo forte, tão alto que ele temia que as pessoas pudessem escutá-lo, o cosplayer saiu do metrô. Caminhava o mais rápido que podia naqueles salto-altos, Yuuto foi até o apartamento do namorado. Vamos lá, Seiji. Abra a porta, pensou, batendo e tocando a campainha ao mesmo tempo.

Mas, apesar da pressa do professor, Seiji só abriu após várias batidas. Ele estava sem camisa e de cabelo bagunçado. Ele acabou de acordar?

— Ei, Yuuto — disse o namorado com um grande bocejo. Ele esfregou o rosto e piscou algumas vezes. Então se inclinou para dar um beijo rápido no professor. — Combinamos algo pra hoje? Pensei que você tinha que fazer algo na escola. Foi mal atender a porta assim, eu estava dormindo e… o que você está vestindo?

Seu rosto perdeu todos os sinais de sonolência. O pintor arregalou os olhos e despertou na hora ao ver Yuuto usando o longo casaco. Mas Seiji logo notou a meia-calça preta e os saltos altos de mesma cor, então sorriu.

— Precisamos ter uma conversinha. Aí dentro — disse Yuuto, empurrando Seiji. Ele entrou no apartamento sem tirar os saltos. Ele passou pelo namorado, foi para a sala de estar e puxou o banquinho que o pintor usara muitas vezes. — Sente.

— Tá bom… — Seiji tinha uma expressão confusa e animada, mas ainda obedeceu o seu ex-professor.

Yuuto respirou fundo, seu rosto com uma cor alarmante de vermelho. Certo… vou fazer isso… vou mesmo, disse para si mesmo, tirando uma corda fina de um dos vários bolsos do casaco.

— E-Estenda… as mãos — disse com a voz falhando. Merda…

Seiji cerrou os olhos, mas ainda obedeceu. Yuuto agarrou a mão do artista e as colocou nas costas. Com a corda fina, ele as amarrou juntas. Nem me pagando vou perguntar por que minha irmã tinha isso. Nem isso… Ele puxou um pequeno apontador preto de espuma de outro bolso do casaco. Respirando fundo, ele pegou os óculos falsos e caminhou até ficar na frente de Seiji.

Os olhos do artista se arregalaram ao ver o apontador de professor. Pressionando os lábios para esconder o sorriso, Seiji encarava o namorado, ansioso.

— Que tipo de brincadeira é essa?

— S-Silêncio! V-Você só pode falar se e-eu deixar!

Droga! Não posso gaguejar se quiser fazer isso certo! O rosto ficou mais vermelho, mas ele ainda se forçou a dizer o resto.

— Seiji… v-você tem sido um m-m-menino mau. P-Por isso, precisa receber punição. Ninguém melhor que um professor para punir c-crianças m-mal comportadas.

Yuuto desfez o nó e tirou o casaco, revelando roupas que o faziam morrer de vergonha.

Seiji arregalou os olhos. Até para o artista, quem geralmente escondia suas emoções tão bem do namorado, não havia como esconder a surpresa óbvia no rosto.

O cosplayer usava uma sala apertada de couro falso e uma blusa de botões branca. Era tão fina que o namorado podia ver a roupa íntima de seda preta por debaixo. Eu também nunca vou perguntar como a Seika-san pôde me dar isso tão rápido. O professor ficou ainda mais corado, sentindo as bochechas queimarem.

Seiji deixou o queixo cair. Após alguns segundos, ele sorriu.

— Yuuto, o que você…

Yuuto bateu nele com o apontador de espuma. Espero que não doa… O professor testara em si mesmo mais cedo. Ainda com força toda, não doeu muito. Mesmo assim, ele conteve sua força.

— E-Erga a mão se quiser falar… E-Eu vou decidir se pode ou não…

— Como eu vou fazer isso se estou amarrado…

Yuuto bateu com o apontador na cara de Seiji.

— Não fale a menos que eu permita! — disse com a voz mais firme.

— Sim, senhora! — disse Seiji, com um sorriso estranho no rosto.

— Senhora? — Yuuto bateu na bochecha dele de novo. — Eu sou um homem.

— Sim, senhor!

— Não fale nada! — Yuuto bateu nele no mesmo lugar. — Estamos entendidos?

Sem abrir a boca, Seiji assentiu algumas vezes. Apesar das marcas vermelhas na bochecha, o artista sorriu.

— Bom menino — disse Yuuto, mostrando um sorriso malicioso.

Ele se inclinou para baixo e lambeu a marca vermelha na bochecha. Então a beijou, deixando uma marca de batom vermelho no rosto de Seiji.

O artista olhou para ele, a ansiedade emanando de seus olhos. Ele está gostando disso… bom… ao menos essa roupa embaraçosa vai servir para seu propósito, pensou o professor, caminhando até o namorado enquanto batia com o apontador nas mãos dele o mais alto que podia. Yuuto parou atrás de Seiji e se inclinou para poder sussurrar.

— Bons meninos merecem uma recompensa — disse com a voz mais maliciosa que tinha. — E já que você foi um mau menino por tanto tempo, também merece uma punição.

Seiji respirava mais devagar agora, seu rosto cheio e interesse. Quando Yuuto caminhou para ficar na frente dele, o professor notou a protuberância nas calças do artista. Tenho uma ótima ideia…

— Já decidi. Essa é a sua recompensa — disse Yuuto, abaixando o zíper da saia dele o bastante para mostrar o membro. — Pode beber um pouco de leite, mas, como punição, deve beber sem usar as mãos.

Seiji olhou para o rosto de Yuuto por muito tempo. Então abaixou a cabeça para encarar o membro duro na altura de seus olhos. O artista sorriu antes de se inclinar para colocá-lo na boca, lambendo e chupando-o.

Puta merda… ele é bom nisso… Estou quase no meu limite graças a essa coisinha, pensou Yuuto após alguns instantes. Então ele não aguentou mais.

— Beba tudo. Não deixe uma única gota cair. Bom menino — disse Yuuto, arfando enquanto Seiji bebia.

O professor acariciou a cabeça do ex-aluno, mas então notou uma gota de seu sêmen descendo pelo queixo de Seiji. O cosplayer o secou com seu dedão, então colocou o dedo na boca do artista.

— Você deixou um pouco derramar… Eu falei para não desperdiçar uma única gota… Que menino mau. Merece uma recompensa e uma punição de novo. — O professor bateu com o apontador na mão a ponto de fazer um alto barulho de novo, para ganhar tempo. — Fique de joelhos e erga o quadril.

Seiji olhou para Yuuto de olhos arregalados e boca aberta. Mas então a fechou e pressionou os lábios.

Ele quer, não, precisa de permissão para falar… minha permissão, percebeu Yuuto, com o sorriso muito malicioso. O professor ficou quieto, deitando o namorado no limbo por um momento. Isso é ruim… posso acabar me viciando a essa sensação. Então ele assentiu logo.

— Pode falar.

— Como eu me ajoelho sem as mãos?

Yuuto soltou uma risada.

— Bobinho. É simples. Use seu rosto.

— C-Como?

Yuuto bateu com o apontador no rosto de Seiji. Então se aproximou.

— Coloque seu rosto no chão. Agora — sussurrou, tentando soar ameaçador.

O artista encarou o namorado. Então, engolindo em seco e com uma expressão de ainda mais estranhamento, Seiji obedeceu. Lentamente, ele se ajoelhou e abaixou a cabeça até que as bochechas encostassem no chão.

— Bom menino. Você merece uma recompensa especial. Vejamos… ah… já sei.

Com a mão livre, Yuuto colocou a mão dentro da saia e tirou de seu traseiro um pequeno objeto rosa na forma de um ovo. Estava conectado por um fio a um pequeno controle remoto. Ele se inclinou e balançou o objeto pelo fio para perto do rosto de Seiji, certificando-se de que o artista visse.

— Lembra disso? Você comprou pra mim, dizendo que entregaram o produto errado. Mesmo assim, se recusou a devolver, por algum motivo. Se me lembro, você sabia como usar, apesar de ser sua primeira vez, segundo você mesmo.

Seiji balançou a cabeça, ainda no chão, seus olhos fixos no rotor.

— Uma pena que não se lembre. Acho que precisarei te ensinar — disse Yuuto antes de abaixar as calças e cueca de Seiji, expondo a bunda.

Os músculos do artista se contraíram imediatamente, enquanto ele apertava as nádegas. Mas ainda permaneceu em sua posição.

Isso fez Yuuto sorrir. Ele bateu no traseiro com o apontador, fazendo o namorado tremer. Por um instante, ele pensou poder ter machucado Seiji, mas então viu o membro do namorado ficando ereto.

— Vejam só. Eu mal uso esse buraco. Graças a isso, ele é tão apertado comparado ao meu, não concorda? Precisamos mudar isso.

Seiji abriu a boca, mas então cerrou os dentes.

— Bom menino. Não dei permissão para falar — disse Yuuto antes de introduzir o rotor dentro de Seiji.

O artista se contorceu o tempo todo, mas não disse nada. Quando o objeto estava completamente dentro dele, Yuuto ligou. Foi na configuração mais fraco no começo, mas logo o cosplayer o ligou no médio antes de fazer o namorado sentar, parado, com as mãos nas costas.

— Como é a sensação de ter algo aí dentro?

— E-estranho… — admitiu, de rosto vermelho, suas nádegas tremendo tanto que dava a impressão de que alguém as usava como tambores.

— Ainda não. — Yuuto mudou a velocidade para a segunda mais forte. Seiji mordeu os lábios, mas não conseguiu esconder seu sorriso do professor. — Agora está estranho. Para você. É assim que me sinto boa parte do tempo, embora eu goste. Que tal se deixarmos as coisas mais picantes?

Um gemido escapou dos lábios de Seiji, o sorriso de Yuuto ficou ainda mais malicioso, combinando com sua expressão. Apesar de não estar acostumado a ter coisas dentro da bunda, Seiji está duro e quase no limite. Olha só esse esforço dele para manter o rosto neutro.

— Está quase explodindo — disse Yuuto, passando um dedo no membro. Seiji tremeu em resposta. — Acho que, já que faz um tempo que não trocamos, você ficou bem sensível, hein?

Seiji pressionou os lábios e desviou o olhar.

— Tentando resistir, é? Ótimo. Gosto de meninos maus que se recusam a ser honestos.

Yuuto fez um buraco na meia-calça e puxou a calcinha para o lado. Virando-se para o namorado, ele mostrou seu traseiro para Seiji.

— Vejamos se você consegue resistir a isso.

Yuuto sentou no membro do namorado. Já que ele se preparou antes de vir, não houve a necessidade de qualquer loção. O membro entrou nele como se tivesse sido feito para preenchê-lo. Seiji tremeu e gemeu mais. Yuuto sorriu com aquela reação. Mas ele queria mais, e começou a se mover de cima para baixo.

Mas nem ele pôde resistir ao prazer, logo começou a gemer em conjunto com o namorado.

Seiji não podia mais segurar e soltou seu sêmen dentro de Yuuto.

Yuuto perdeu as forças nas pernas e continuou sentado no namorado. Seiji, por outro lado, caiu para trás, exausto.

— Menino… mau… Eu nunca… mandei… sentir prazer… ainda… — Yuuto se virou e segurou o queixo de Seiji, forçando o homem que amava a olhar para ele. — Você precisa de mais punição…

Seiji mostrou uma expressão selvagem. Antes que Yuuto pudesse dizer qualquer coisa, o artista arrebentou a fina corda em volta de seus pulsos, envolveu o professor nos braços e o beijou, seu membro já estava duro novamente.

Yuuto riu, e não podia estar mais feliz.

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