[PT] T&T 11

Trazendo o cap mensal de Tsukiko-chan e Taiyou-kun.
Infelizmente mês que vem não teremos cap, mas eles voltam em outubro.

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Tsukiko-chan e Taiyou-kun 11

Tsukiko pressionou os lábios e prendeu a respiração enquanto observava a partida. Só mais um minuto… é a última chance deles, pensou, roendo o que restava de sua unha. Vamos lá, Taiyou-kun…

Não importa o quão nervosa ela e as pessoas na arquibancada estivessem, os jogadores estavam ainda mais. Ainda assim, Taiyou-kun tinha uma expressão determinada no rosto enquanto encarava a bola. O garoto olhou para dentro da área, observando onde todos estavam, aguardando o apito do juiz. Após um bom tempo, o homem de camisa amarela apitou.

Respirando fundo uma última vez, Taiyou-kun correu até a bola e a levantou para dentro da área. Os jogadores dos dois times se empurraram enquanto tentavam chegar até onde ela cairia. Mas foi o goleiro quem chegou primeiro, pulando acima de todos os outros e socando a bola com as duas mãos.

Mas a bola não foi longe. O rebote acabou com o número 10 do Teikou fora da área. Enquanto todos corriam atrás do jovem, ele deu um toque para o lado para conseguir uma visão melhor do gol e chutou a bola com toda força que tinha.

Com o grito preso na garganta, sem notar, Tsukiko já estava de pé e agarrava o corrimão com tanta força que suas mãos perderam a cor. Vamos lá! Vamos lá!

Mas quando estava prestes a entrar, o goleiro pulou e se esticou a mão o máximo que podia e defendeu a bola novamente.

Kobayashi-kun, tão vermelho e sem ar quanto todos os outros, correu até a bola e a pegou antes de todos, chutando-a longe do gol do seu time.

A bola voou e quicou algumas vezes no meio do campo, e o juiz apitou pela última vez. Houve um momento de silêncio e então a arquibancada explodiu em gritos. Um segundo depois, metade dos jogadores no campo fizeram o mesmo.

Tsukiko sentou de volta no concreto duro em silêncio, olhando para o nada enquanto as pessoas a sua volta aplaudiam. Ela passou uma mão no rosto e depois balançou a cabeça. Taiyou-kun… Não importa o que ela sentisse, nada se compararia ao que ele sentia.

O garoto tinha uma expressão que mostrava nada enquanto olhava a bola. No instante seguinte, ele caiu de joelhos e olhou para o chão, os olhos começando a lacrimejar enquanto entendia o que aconteceu. Até daquela distância, a garota o viu agarrando a grama e as lágrimas caindo.

Todos os jogadores da Teikou estavam iguais. Mas, até chorando, o capitão limpou as lágrimas e sujeira do rosto, e chamou todos para cumprimentar os adversário. Sua voz foi forte e nunca falhou, mesmo chorando.

Taiyou-kun se forçou a ficar de pé, mas suas pernas não tinham força. O capitão caminhou até seu lado e tocou seu ombro. O garoto olhou para cima, encontrou seu olhar, e não conseguiu se conter mais, chorando. Mesmo assim, ele aceitou a mão do capitão e ambos se enfileiraram com o resto. Sem olhar para o outro time, Taiyou-kun agradeceu pelo jogo com uma voz vazia e correu até o vestiário com o resto do time da Teikou.

— Que jogo incrível — disse Rika-chan. A garota não parava de sorrir. — Nunca soube que futebol podia ser tão excitante. E o Kenichi-kun estava tão maravilhoso e… ah… — Sua voz sumiu quando finalmente tirou os olhos do campo e viu a expressão de sua amiga. Ela olhou para o chão e seu sorriso sumiu, embora ainda se forçasse nos lábios.

— Tudo bem, Rika-chan — Yui disse no lugar de Tsukiko, que ainda não conseguia tirar os olhos de Taiyou-kun. — É assim que é. Sabíamos que eles tinham pouca chance de vencer, então não precisa se conter por nossa causa.

Rika-chan mordeu o lábio, olhou para elas e então mostrou um sorriso desconfortável:

— Sendo assim, vou falar com o Kenichi-kun — disse ela, antes de ir embora.

Ainda torcendo e falando sobre o jogo, as pessoas em volta delas começaram a ir embora. Yui suspirou lentamente e então deu tapinhas no ombro de Tsukiko.

— Acontece. Tem dias que você vence e dias que você perde. É assim que a vida é. O Taiyou vai ficar deprimido por um tempo, por isso você precisa animar ele.

— Eu sei… — Tsukiko suspirou quando o garoto finalmente saiu de vista. — Mas ele é teimoso demais pra deixar qualquer um confortá-lo numa situação dessas…

Após Yui e a maioria das pessoas foram embora, Tsukiko ficou na arquibancada, esperando Taiyou-kun. Demorou muito, mas a primeira pessoa finalmente saiu do vestiário. Então, aos poucos, o resto dos jogadores saíram. Alguns estavam sozinhos, outros em grupos de três ou quatro. Até entre amigos e colegas de time, todos permaneciam mudos. Tinham a mesma expressão; completa derrota. Enquanto a garota esperava, o garoto foi um dos último a sair.

Não importa quantas vezes eu veja, ainda é difícil, pensou Tsukiko, observando os alunos do Teikou. Ela nunca esteve oficialmente em qualquer clube, mas sempre ajudava seus amigos quando pediam. Embora não pudesse participar de partidas ou jogos oficiais, ela se importava com os times, e o que os jogadores sentiam após uma derrota sempre a fazia sofrer. Eu queria poder fazer algo…

Taiyou-kun finalmente olhou para cima e viu Tsukiko na arquibancada. Seus olhos se encontraram e ele foi até ela, de cabeça baixa para que ela não o visse chorando. Eles caminharam lado a lado sem dizer nada.

Tsukiko ficou olhando para ele, mas Taiyou-kun nunca ergueu a cabeça. Ele nem prestava atenção para onde ia; seus olhos estavam fixos no chão. Até mesmo agora ela não tinha ideia do que dizer. Acho que é o melhor que posso fazer por enquanto, pensou, estendendo sua mão para segurar a dele. Ele apertou os dedos de Tsukiko.

— Ei, Taiyou-kun — disse ela em voz baixa. O garoto não mostrou reação, mas ela sabia que ele a escutava. — Quer comer alguma coisa? Qualquer coisa? Eu pago.

Ele mal assentiu, sem olhar para ela uma única vez. Tsukiko procurou por restaurantes perto da área e levou o garoto silencioso. Mas, embora não estivesse sozinha, a refeição foi quieta. Não houve conversa. Taiyou-kun não quis falar e Tsukiko não conseguiu pensar em nada que pudesse animá-lo. É quase como comer em casa antes de conhecer ele, pensou a garota após pagar a conta.

— Perdemos — murmurou Taiyou-kun, apertando a mão de Tsukiko. — Nos esforçamos muito e ainda não conseguimos vencer ele…

— Sim — disse ela, olhando para ele. Se fosse qualquer outra pessoa, eu tentaria dizer de modo mais delicado. — Mas foi incrível. Ninguém esperava que vocês colocassem tanta pressão na nossa escola. Todo mundo na arquibancada tava impressionado.

— Ficaram mesmo? — Ele soava um pouco melhor escutando aquilo.

— Sim. Todo mundo dizia que se o Kobayashi-kun não estivesse no time, Teikou teria vencido.

— É, estão certos. Ele é bom demais — disse Taiyou-kun em um sussurro duro e baixo.

— Então não precisa ficar se culpando. Sempre haverá uma próxima vez — continuou Tsukiko, feliz que ele estivesse falando. — Tem o torneio de inverno e tenho certeza de que o Kobayashi-kun não vai jogar por causa das provas para o ensino médio.

Era difícil notar, mas Tsukiko sentia a mão do garoto tremendo enquanto ele diminuía a força. Um chuvisco começou a cair no céu escuro.

— Não é de estranhar que goste dele…

— Ah, droga. Esqueci meu guarda-chuva. — Ela olhou para cima e notou que não era um mero chuvisco. A previsão do tempo disse que só havia 20% de chance de chuva, reclamou. — Hã? Disse alguma coisa, Taiyou-kun?

— Eu disse que o Kobayashi é bom demais — disse ele, a voz fria. — Você tem razão. Podemos ter chance no próximo torneio de inverno se ele não jogar. Digo, ele é incrível demais, não é? Eu, nós, não pudemos fazer nada contra ele. Embora tentemos tanto, ele é melhor que nós… melhor do que…

Tsukiko sentiu uma dor no coração e apertou a mão dele. A chuva ficou mais pesada e eles ficaram ensopados em poucos segundos, mas ela ignorou. Ela não podia ignorar o garoto a sua frente.

— Não diga isso, Taiyou-kun. Não é nada disso.

— É sim. Ele venceu, nós perdemos. Ele vai pras semifinais e meu time não vai jogar junto de novo… — Ele começou a chorar. A chuva afogou sua voz, mas ela ainda podia ouvi-lo.

— Não é verdade. Vocês dois só são diferentes. — Tsukiko rapidamente tentou pensar em algo para levantar o ânimo dele. — Não devia se comparar a ele. Tipo, ele é mais velho e está jogando a mais tempo, todo mundo concorda que ele é um gênio… e…

— Melhor do que eu…

O Taiyou-kun nunca pareceu tão pra baixo. Nem quando o Kobayashi-kun fez piada dele. Tsukiko agarrou o rosto dele e o forçou a olhar para ela. Os olhos vazios dele a assustaram.

— Não é nada disso — disse, firmemente.

— É sim. Ele é melhor e venceu. — Ele empurrou as mãos dela e desviou o olhar quando as lágrimas começaram a cair. — É por isso que você gosta dele.

As palavras dele ficaram no ar por um bom tempo. A chuva ficou mais forte, mas eles permaneceram onde estavam.

— Do que você está falando? — Tsukiko mal sussurrou, contendo suas próprias lágrimas. Por que ele está dizendo isso? — Eu nunca gostei do Kobayashi-kun.

— Nunca? — Tsukiko abriu a boca, mas então mordeu o lábio e ficou quieta, desviando os olhos. Taiyou-kun ergueu a cabeça. — Então é verdade…

— Quem disse que eu gostava dele?

— Ele. Naquele dia em que estudamos juntos. Ele me disse quando você não estava prestando atenção. E é verdade. Você gosta dele porque ele é melhor do que eu…

— Eu gostava dele. Mas isso é passado. Eu não gosto mais dele. — Ela esperou, mas quando Taiyou-kun ficou sem responder, Tsukiko começou a chorar. — E você prefere acreditar nele do que em mim… Eu nunca pensei que você faria isso…

Tsukiko correu para longe dele. Ela esperou que ele a chamasse de volta, mas quando não ouviu nada, chorou ainda mais.

Como ele pôde dizer essas coisas? Nunca pensei que ele seria tão cruel. Só porque perdeu o jogo, ela limpou as lágrimas, mas não fez diferença. Eu sei que não deveria ter mencionado o Kobayashi-kun, mas ainda assim… como ele pôde falar aquelas coisas?

— Aozora? — Uma voz chamou por Tsukiko. — O que você está fazendo nesta chuva?

Ela passou uma mão pelo rosto antes de olhar em volta. Kobayashi-kun estava parado poucos metros dela com um guarda-chuva e uma sacola de uma loja de conveniência próxima.

— Kobayashi-kun… — Tsukiko tentou falar, mas as lágrimas caíram de novo.

— O que foi? — O garoto se aproximou, colocando o guarda-chuva sobre a cabeça dela. — Você está toda ensopada. Vai ficar doente se não trocar de roupa logo. Vem pra minha casa. É aqui na esquina.

Tsukiko assentiu vagamente. Kobayashi-kun caminhou até o lado dela e se certificou de que o guarda-chuva a protegia por completo, então a deixou entrar na sua casa.

— Espera aqui — disse. Ele a deixou na entrada enquanto ele corria para dentro. Ele voltou após alguns segundos com duas toalhas, entregando uma para a garota e se secando com a outra.

— Obrigada — disse Tsukiko com voz baixa, aceitando a toalha. Ela secou o cabelo e seu corpo o melhor que podia. Quando devolveu a toalha, estava com frio e tremendo.

— Entra, Aozora. Você vai ficar resfriada se não trocar de roupa. E é melhor se aquecer tomando banho. — Kobayashi-kun olhou para ela com uma expressão preocupada. — Vou emprestar as roupas da minha irmãzinha pra você. Liga não. Ela não vai ficar brava, mas espero que não ache infantil demais pra você. Ah, e não fale que chamei as roupas dela de infantis. Ela vai me encher o saco — disse ele com um sorriso.

Com a mente ainda pensando vagamente, ela assentiu e deixou que ele a levasse para o banheiro. Quando estava sozinha, se despiu e colocou as roupas na pia, depois começou a se lavar. Ela entrou na banheira e o calor da água parecia um abraço. Antes que soubesse, as lágrimas começaram a cair de novo. Sob o som de seu choro, ela escutou a porta abrir.

— Vou deixar as roupas aqui — disse Kobayashi-kun pela partição do vidro na área de banho e rapidamente saiu.

Ele me ouviu chorar, Tsukiko mal pensou enquanto saia da água. Ela se secou e, com uma nova toalha, foi para a entrada do banheiro. As roupas que Kobayashi-kun deixou eram uma camisa simples com uma estampa de ursinho e um shorts azul. Debaixo delas estava um conjunto de roupa íntima cor de rosa. Com o rosto vermelho, Tsukiko colocou as roupas, exceto o sutiã, que era pequeno demais para ela, e saiu do banheiro.

Kobayashi-kun esperava em um dos quartos, mas quando escutou a porta, logo foi para o corredor. Ele olhou para ela da cabeça aos pés e sorriu.

— Que bom que não ficaram apertadas em você, mas não pode ficar assim — disse, olhando para o cabelo dela. Tsukiko passou a mão e percebeu que ainda estava muito molhado. — Vem cá.

O garoto levou ela para um quarto diferente daquele em que esperava. Quando abriu a porta, Tsukiko arregalou os olhos e soltou um risinho fraco antes de notar.

— É mais feminino do que qualquer um teria imaginado — disse.

— Opa, você finalmente sorriu — disse Kobayashi-kun, o sorriso nos lábios aumentou. — Eu estava começando a ficar preocupado. Mas queria que não tirasse uma comigo.

— Não pode me culpar — disse, olhando o quarto. Ela sabia que aquele quarto rosa e cheio de pôsteres de bandas de idols só podia pertencer a irmã dele.

— É da minha irmã. E, de qualquer forma, eu só quero isso aqui — disse, pegando o secador cor de rosa com adesivos. Ele notou que Tsukiko olhava os adesivos. — Minha irmã não é muito cuidadosa. Olha só. — Ele tirou um adesivo que escondia um arranhão profundo. — Se minha mãe descobre que ela quase quebrou outro, vai matar a Hibiki.

Aquilo tirou outro riso de Tsukiko. Pelo que Yui dissera, a irmãzinha do Kobayashi-kun era realmente descuidada.

— Melhor não mencionar que ela quase arruinou todos os cadernos com as histórias que o pessoal do clube de literatura escreveu pro festival escolar.

— Como ela conseguiu esse feito?

— Estava carregando tudo para tirar cópias quando tropeçou do nada e quase derrubou tudo em um balde cheio d’água que estavam usando pra limpar o corredor.

— Bem a cara dela. — Kobayashi-kun riu. — Bom, deixa minha irmã atrapalhada pra lá. Senta aqui pra eu secar seu cabelo.

Ela obedeceu, sentando com as costas para ele, na cama. Enquanto o ar quente secava seu cabelo e cabeça, Tsukiko não conseguiu conter um novo choro. Kobayashi-kun percebeu o choro apesar do barulho do secador, mas não perguntou nada. Ela agradeceu por isso. Não tinha como falar do Taiyou-kun agora. Não para ele. Especialmente não para ele.

— Pronto — disse, depois de um tempo.

Tsukiko passou uma mão pelo cabelo. Não só estava completamente seco como até penteado aqui e até tinha uma trança em vez de seu costumeiro rabo de cavalo lateral.

— Quando você fez isso? Ficou muito bom.

— Você estava com a cabeça na lua e nem me escutou perguntar. E sobre eu ser bom nisso… — O garoto corou e coçou a bochecha. — Não conta pra ninguém, já que vou negar pra manter a reputação. Mas minhas irmãs me obrigam a fazer isso vez ou outra…

— Elas te forçam?

— Nunca vou admitir que acabei gostando — disse, desviando o olhar com o rosto mais vermelho ainda.

— Que inesperado. Nunca suspeitaria que o ás do time de futebol é bom em fazer tranças. — Tsukiko soltou um riso.

— Bom, infelizmente o às cresceu com três irmãs mais velhas e duas mais novas. — Apesar da vergonha, o garoto sorriu.

— Eu sabia que tinha irmãs, mas nunca que sua família era tão grande — disse Tsukiko com um toque de inveja na voz. — Deve ser legal.

— Você nunca diria isso se passasse um dia nesta casa. — O garoto negou com a cabeça, a expressão séria no rosto.

— Sei não. Sempre quis ter um irmão ou irmã. Acho que seria divertido.

— Você diz isso porque não tem um. E além do mais, o Fuyuzora não é tipo um irmãozinho pra você?

Os olhos de Tsukiko lacrimejaram de uma vez.

— Desculpa — murmurou o Kobayashi-kun. — Eu sabia que algo aconteceu entre vocês dois e ainda assim abri minha boca grande.

— Como soube? — perguntou ela, conseguindo conter as lágrimas.

— Quando eu saí do vestiário, vi você esperando ele. Mas daí, poucas horas depois, encontro você chorando na chuva. Depois de hoje, não tem como ele estar legal, então eu sabia que deve ter acontecido alguma coisa. — Tsukiko sabia que Kobayashi-kun estava falando da partida, mas, pela primeira vez desde que conhecera o garoto, ela não o viu se gabando do esporte. — Pode ser estranho escutar isso de mim, mas sei como ele se sente.

— Sabe? — Tsukiko ergueu a cabeça e olhou para ele.

— É, quando perdemos as nacionais, nós… Eu… — Ele coçou a cabeça. — Perder é difícil, mas faz parte do jogo. A pior parte é que uma derrota significa que acabou. O Fuyuzora vai jogar no próximo campeonato, mas não vai ser o mesmo. Os terceiro anistas terão que parar de jogar e o time com o qual ele ficou por meses vai mudar. É… difícil. Todos nós nos esforçamos por algo, mas um dia vai acabar.

Dessa vez, Tsukiko soltou as lágrimas. Kobayashi-kun envolveu os braços no ombro dela. Eu não posso acreditar que não percebi isso, pensou Tsukiko. Ignorei os sentimentos de Taiyou-kun…

— Mas mesmo assim, o Fuyuzora é um idiota por te fazer chorar — sussurrou Kobayashi-kun. — Eu nunca a faria chorar.

Tsukiko se virou para encará-lo, mas não tinha ideia do que dizer.

— Aozora… não, Tsukiko — sussurrou ele e ergueu a cabeça dela gentilmente para poder olhá-la nos olhos. Ela devolveu o olhar. — Eu gosto de você — disse ele e então se inclinou para beijá-la.

Sem pensar em nada, Tsukiko o beijou de volta.

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